A arte conceitual é aquela que considera a idéia, o conceito por trás de uma obra artística como sendo superior ao próprio resultado final, sendo que este pode até ser dispensável. A partir de 1960, essa forma de encarar a arte espalha-se pelo mundo inteiro, abarcando várias manifestações artísticas, entretanto, desde Duchamp podem ser percebidos os primeiros indícios da sobrevalorização do conceito. Um trabalho de arte conceitual, em sua forma mais típica, costumava ser apresentado ao lado da teoria. Pôde-se assistir a um gradual abandono da realização artística em si, em nome das discussões teóricas.
O uso de diferentes meios para transmitir significados era comum na arte conceitual. As fotografias e os textos escritos eram o expediente mais comum, seguida por fitas K-7, vídeos, diagramas, etc. Os artistas não se incomodavam em evitar as trivialidades, em criar elementos que tornassem interessantes suas composições ou realizar composições agradáveis ao olhar. Pelo contrário, era preferível que nada desviasse a atenção da idéia que um trabalho deveria expressar alguns iam mais longe, afirmando que poderiam refletir a própria superficialidade de quem as observa.
Marcel Duchamp
No Brasil, a conjuntura política repressiva que se instalara desde o final dos 60 e no decorrer dos 70 desarticulou os grupos de artistas, que foram expulsos dos cenários dos salões, bienais, e galerias. Na verdade, o início da década é de calmaria, ou de um “estado de espera”, como denomina Aracy Amaral, e de perda da velocidade dos ismos. Há a substituição da agitação pelas atividades de reflexão. 
Moda Conceitual:
Hussein Chalayan
Viktor & Rolf
sábado, 28 de novembro de 2009
O conceito é tudo
Postado por Mariane Castro às 03:41
Marcadores: arte conceitual, moda conceitual
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